
The Devil Wears Prada encara letras honestas e críticas sem perder a diversão
Jeremy DePoyster falou sobre Flowers, a transparência nas letras do The Devil Wears Prada e como a banda lida com críticas depois de duas décadas de estrada.
Jeremy DePoyster colocou o coração na mesa ao falar sobre Flowers, o nono álbum de estúdio do The Devil Wears Prada. O músico explicou que tenta ser transparente nas letras que escreve, mas sem esquecer que show também é catarse, suor e uma noite que precisa valer cada centavo para quem comprou ingresso.
Pessoalmente, eu tento ser muito transparente nas letras que escrevo.
Segundo DePoyster, essa honestidade fica ainda mais forte porque ele conhece Mike Hranica há cerca de 20 anos, não só como parceiro de banda, mas como amigo próximo. Mesmo quando as letras ficam pesadas, a ideia não é transformar tudo em um velório sonoro: a banda quer que o público se reconheça naquelas dores e ainda saia do show com a alma lavada.
Ele também comentou que já ouviu praticamente todo tipo de crítica possível depois de duas décadas em uma banda chamada The Devil Wears Prada. Depois de dividir estrada com nomes como Gwar, Slipknot e Slayer, DePoyster deixou claro que provocação de internet não tira mais seu sono.
Na entrevista, o músico ainda lembrou Daniel Williams e Dave Shapiro, falou sobre o peso de Dear Love: A Beautiful Discord completar 20 anos em 2026 e apontou a separação entre ego pessoal e entidade coletiva como parte do segredo da longevidade do grupo. Resumo da porrada: o The Devil Wears Prada segue olhando para as feridas, mas sem esquecer que metalcore também é comunhão.

